19.3.12

{ Ter um amigo gay é...}


Princesa Franciny não saberia viver sem seus amigos gays.

Divertidos, elegantes, refinados, sinceros, alegres. São os únicos amigos que tem coragem de dizer sem pena ou dó: ‘amiga essa roupa está uó’ ou ‘sai dessa, esse bophe não presta’.

Eles não se sentem ameaçados com a beleza de uma mulher. Pelo contrário, quanto mais linda ela estiver mais eles adoram, são amantes incondicionais da beleza.

E o melhor de tudo: não são blasés. Recebem qualquer pessoa com um sorrisão, gostam de fazer novas amizades, tratam todo mundo com carinho.

Estão sempre bem vestidos e sempre sabem as últimas novidades do mundo da moda, a última fofoca das celebridades e conhecem lugares descoladérrimos para badalar.

São ótimos ombros amigos para chorar e ótimos pés de valsa para dançar.

É praticamente impossível ficar triste na companhia de um amigo gay. Animados, estão sempre dispostos a sair e mergulhar em novas possibilidades e possuem uma fina ironia e um sarcasmo de primeira.

Suas gírias são deliciosas. São extremamente criativos.

Bem informados, sempre sabem sobre estréias, lançamentos e inaugurações que valem que o quanto pesam.

E sabem, também, sobre cultura inútil e trash como a existência de um garoto 'que pensa' que é a Xuxa [
aqui].

Falam de sexo com naturalidade e vivem sua sexualidade sem drama. Não são pudicos.

Ousados, não se surpreendem nem repreendem quem chama a atenção por onde passa. Se você quiser tomar um porre e dançar sobre a mesa de um bar eles entram na festa, dançam junto e ainda tiram fotos maravilhosas.

Refinados e elegantes são verdadeiros gentleman e quando gostam de verdade de uma pessoa a tratam como se fosse um irmão: são capazes de tirar o pão da própria boca para dar a quem precisa.

Desde sua adolescência a princesa vive cercada deles e aprende muita coisa com eles.

Ela tem pena de quem tem preconceito. Ela tem pena de quem não teve a sorte de ter grande amigo gay.


Para todos os meus amigos gays que a princesa ama de paixão.






imagens: google

{ Guarda-roupas de princesa }

Se tem uma coisa que irrita profundamente a princesa Franciny é procurar uma coisa e não encontrar.

Oui, porque louco é assim: cisma! E quando a princesa cisma que quer um brinco tem que ser aquele.

Acontece que como toda menina que gosta de moda ela tem caixas e mais caixas de bijux. Acontece que ela tem caixas e mais caixas de maquiagens, um zilhão de bolsas, bolsinhas, carteiras, vários óculos escuros, zilhões de calcinhas, sapatos e roupas caindo do armário. E manter tudo no seu devido lugar com a correria - e preguiça - do dia a dia é uma missão praticamente impossível.

Para ajudar, o anjo que cuida dela e de sua casa insiste em colocar meias na gaveta de calcinhas, misturar vestidos com saias e por aí vai.

Por isso, uma vez por mês ela tira um domingo inteiro para fazer o que chama de ‘guarda-roupas de princesa’.

Tira tudo, absolutamente tudo de dentro dos armários, joga sobre a cama, passa lustra-móvel nas partes internas dos armários e começa a reorganizar tudo: blusa preta com blusa preta, blusa branca com blusa branca. Vestidos nos cabides separados por cor e tecido [seda num cabide, algodão em outro] e assim por diante.

Depois limpa todas as suas bolsas, joga notas fiscais fora, coloca moedas em porta-moedas, devolve batons para nécessaire, limpa sapatos, maquiagens e os organiza.

E sempre finaliza com as bijux. Anéis numa caixa, pulseiras em outra, braceletes em outra, ouro em caixinhas de veludo, etc, etc, etc.

Dá um trabalho danado mas sempre vale a pena. A alegria de saber onde estão as coisas e de abrir o armário e ver tudo arrumadinho feito loja de departamento não tem preço.

Ontem a princesa passou 9 horas ininterruptas nessa função ouvindo a deliciosa rádio paulistana Eldorado [notinha: a rádio possui aplicativo para o iPhone].

Dizem que quando somos tomados por essa mania de arrumação é porque algo está desorganizado internamente e que ao arrumar o que está fora acabamos organizando o que está dentro de nós.

Será?

Notas

1. Sempre que arruma seus armários a princesa tira muita coisa para doar. Água parada cria lodo, portanto, quebrou? Jogue fora. Enjoou? Doe!

2. Manter os armários organizados diminui o estresse na hora de se vestir e poupa um grande tempo que pode ser usado em outras coisas no decorrer dos dias

3. É uma excelente - e produtiva – atividade para matar o tédio ou para aqueles dias em que você quer ficar sozinho, sem ouvir a voz de ninguém, mas está agitado e não consegue parar quieto.

4. Sem falar que sempre acabamos descobrindo peças que nem lembrávamos que tínhamos ou encontrando miudezas que jurávamos que tínhamos perdido e isso dá uma alegria danada.

5. E ainda queima calorias: 80 calorias para cada meia hora. Saiba mais


imagem google

18.3.12

{ FastHouse: mimos para a casa }

Quem garimpa acha. Mas nem sempre estamos com saco para nos enfiar nos grandes centros de compras como o Saara do Rio ou a 25 de março de Sampa para descolar coisas fofas para a casa a preços módicos.

Dia desses a princesa foi tomar um café na confeitaria Cavé [Centro do Rio] e descobriu uma loja fantástica de mimos para a casa bem ao lado da confeitaria , a FastHouse, que abriu há seis meses.

Um paraíso proibido para quem está sem grana ou está economizando para fazer uma viagem, pois os utensílios para cozinha e objetos de decoração são descoladíssimos e os preços são ótimos, ou seja, irresistível.

Lojinha de trecos estilo NY. Lojinha de trecos estilo São Paulo. Pop Art em canecas, vassouras, relógios de parede, xícaras, porta-guardanapo, quadros, telefones, espelhos, cinzeiros, etc e tal.

Bem decorada, bem organizada e com atendentes super atenciosos a FastHouse mais parece uma loja de Ipanema que da 7 de Setembro. O que poderia ser melhor do que uma lojinha com a vibe de Ipanema pero com os preços do Centro?

Pesquisando na Internet a princesa descobriu que há mais duas unidades no Rio, uma em Copacabana e outra em Botafogo e se deu conta de que já conhecia a de Botafogo - que é bem menor que a do centro e um cadinho mais cara. Saiba mais

Ótima para presentear. Ótima para se presentear.

Vale a pena dar um pulo na FastHouse do centro e depois das compritchas tomar um delicioso café e comer um doce especialíssimo na tradicional Cavé...

Abaixo alguns cliques que a princesa fez da loja e os mimos que trouxe na bolsa.













comprinha da princesa: espelhinho de bolsa retrô: parece uma jóia
comprinha da princesa: caixa de chocolates

{ Oui, oui: mimos }

Mimos para um domingo :

dois editoriais de babar para alegrar aos olhos. um com Lily Allen e outro com Kate Perry.

um site de rádios de jazz com inúmeras estações e estilos variados para escolher e alegrar aos ouvidos aqui

detalhe: o site de jazz tem aplicativo pra baixar. oba. aqui

Lily






Kate







imagens: google

16.3.12

{ Uma tarde na Colombo }

Quando se tira uma tarde de folga para bater perna pelo centro, comprar objetos fofos para a casa e tomar um café com bons amigos na Confeitaria Cavé e Colombo - e um deles é fotógrafo! - o resultado é esse:

Mônica Montone by Caio Cal/via iPhone

[edição Mônica Montone]










15.3.12

{ Unhas coloridas: descoladas ou cafonas? }

Não adianta, tem coisas que a princesa não consegue gostar!

Uma delas é a moda dos esmaltes ultra-mega-coloridos: amarelo, laranja, rosa-choque, verde, azul, purpurinado.

Ela acha descolado e coisa e tal mas quando passa em suas unhas não dura dois dias. Toda vez que olha para as mãos sente uma agonia e tira.

Mesmo o coral ou o verde água que foram apontados pela Vogue como puro glamour a princesa não consegue encarar.

Ela compra todos, mas na hora de passar escolhe quase sempre o mesmo: vermelho.

Os esmaltes coloridos podem até ser divertidos. Algumas pessoas sabem combinar perfeitamente unhas ousadas com o estilo da roupa, bijux e maquiagem, porém a linha que separa o descolado do cafona é muito tênue e é preciso cuidado para não ficar parecendo uma drag ou uma atendente de supermercado.

E olha que a princesa nem está falando dos desenhos, adesivos e outras ‘mudernidades’ - sobre estes ela prefere não comentar.

O ideal, quando se passa uma cor berrante nas unhas, é adotar um look minimal para que não haja conflito de informações.

Os meninos parecem não gostar dessa moda também. Segundo a pesquisa data Franciny, feita com os cabras que ela conhece, eles acham um horror e preferem os clássicos rendadinhos, branquinhos ou vermelho. Sobre a moda que repele os homens a princesa falou aqui.

Mas a ordem agora é comprar esmalte! Todo mês [ou seria semana?!] inventam uma cor nova, muito parecida com a que já existe, escolhem nomes engraçadinhos como ‘garota verão’ e as revistas femininas coalham suas páginas com editoriais de esmaltes chatérrimos.

Quando soube da existência do Nails Fashion Week a princesa quase morreu de rir. Oui, oui, trata-se de desfiles de dedinhos [vídeo abaixo]...

Além do Nails Fashion Week há blogs especializados sobre o assunto, colecionadoras que dão entrevistas em programas de TV e por aí vai.

Princesa Franciny acha esse estardalhaço em torno dos esmaltes um exagero. Seus fabricantes devem ter excluído o botox de suas listas de necessidades básicas, já que não param de sorrir de orelha a orelha com as vendas...

Moda vem, moda vai, mas certos clássicos tem cadeira cativa no coração da princesa. Ela continua apostando no vermelho como símbolo de elegância.

unha vermelha: a princesa ama!

quem aguenta esses editoriais de esmalte em todas as revistas femininas? aff

imagens: google


creiam: existe desfile de unhas


era só o que faltava: unha outdoor. será que as marcas vão começar a pagar as mocinhas? sic, sic, sic


14.3.12

{ Quer mudar o mundo? Comece por você }

Quando estamos com dor de dente vamos ao dentista. Quando estamos com dor de cabeça ao neurologista. Se o problema for no coração, cardiologista.

Mas quando estamos com a nossa auto-imagem [ leia: auto-estima] desregulada não vamos ao psicólogo. Por que será?

Quase todos nós padecemos do mal da auto-imagem desregulada, é difícil perceber-se, mesmo, reconhecer o próprio valor, lidar com as próprias faltas e falhas, dores e medos.

Uma pessoa com a auto-imagem desregulada em geral se sente incapaz de resolver certos problemas, desenvolve fobias, ansiedade, depressão. Tem dificuldade de se conectar com o presente, direcionando seus pensamentos para o passado e para o futuro. Tem dificuldade de lidar com a rejeição bem como o hábito de fantasiar situações para não vivenciar a realidade e evitar possíveis frustrações.

Tem tendência a aumentar e supervalorizar sentimentos, acontecimentos, medos, problemas e até mesmo alegrias.

Com a auto-imagem distorcida vivemos uma espécie de delírio permanente: achamos que somos o que não somos, vemos problemas onde há apenas obstáculos, nos frustramos quando a realidade se impõe.

Non, non, terapeuta não conserta a alma como um cirurgião conserta um estômago, tampouco resolve os problemas de ninguém, mas é o único especialista capaz de nos ajudar a regular nossa auto-imagem. E com a auto-imagem regulada fica bem mais fácil matar um leão por dia, pois sabemos exatamente quem somos, qual é a nossa força e o que de fato simboliza perigo.

À medida que descobrimos quais são nossos comportamentos condicionados e quais comportamentos usamos como muletas para driblar o contato com certas dores existências fica bem mais fácil corrigi-los. À medida que fazemos contato com dores que sequer conhecíamos fica bem mais fácil entender possíveis fracassos e lidar com eles de cabeça em pé.

Ganha-se em qualidade de vida. Ganha-se em saúde física e mental.

São muitas as pessoas que se negam terminantemente a fazer terapia. Umas porque acreditam que não precisam, creem que ‘atividades ocupacionais’ como dança, esportes e outros quetais dão conta do recado – não dão, podem aliviar um dia de cansaço, mas não regular uma auto-imagem distorcida. Outras porque dizem que não se sentem à vontade falando da própria vida para terceiros.

Pois são exatamente essas, em geral, que mais possuem a auto-imagem desregulada e por isso mais precisam regulá-la. São essas, em geral, que possuem dores tão profundas que repelem qualquer possibilidade de contato com essas dores. Resistem.

Portanto, cara [o] amiga [o] leitora [o], se você está padecendo de algum tipo de sofrimento, que tal vencer essa barreira e buscar ajuda de um profissional da mesma maneira que você procura um dentista quando está com dor de dente? Experimente! Faça isso por você. Se dê de presente a possibilidade de mudar.

Como dizia Drummond ‘a dor é inevitável mas o sofrimento opcional’.


Nota

Oui, oui, terapia é caro para chuchu, a princesa sabe. Mas se esse for o único fator que impede o começo de um tratamento, há alternativas. Alguns planos de saúde já estão arcando com essa despesa e há centros de atendimento grátis, em geral em associações terapêuticas e universidades. Procure em sua cidade.

Princesa Franciny também falou sobre esse assunto no texto você precisa de terapia?

Abaixo, uma sequência de desenhos de Maria Cândida, intitulada 'Confissões no divã' que a princesa encontrou, aqui, e achou super criativas e fofas













imagens: Maria Cândida

13.3.12

{ Cadê a rádio Oi FM que estava aqui? }

dias princesa Franciny está caçando a rádio Oi FM feito uma coió e não acha.

Quando viu que a Jovem Pan estava ocupando o dial 102,9 l pensou: a Oi FM deve ter migrado para outra estação. Procura, procura, procura e nada.

Ontem a princesa recorreu ao nosso
gran oráculo de todos os tempos, Google, e cabum: a rádio não existe mais.

Se estivesse de TPM certamente a princesa choraria, pois nessa época do mês ela chora até com comercial de danoninho.

Choraria porque era a única rádio escutavel no Rio de Janeiro. Diferentemente de São Paulo, que possui rádios para gostos variados e com programações bacanérrimas ao longo do dia, o Rio é carente de boas rádios.

Restam na programação: rádios para adolescente, que só tocam Rihana, Lady Gaga, Beyonce e outros derivados [ inclusive bandinhas nacionais e intragáveis como Restart], sendo elas Transamérica, Mix e agora a chatonilda Jovem Pan; rádio para taxista, sala de espera de consultório dentário e elevador como a JB FM e SulAmérica Paradiso; MPB FM, que é voltada somente para a música brasileira; FM O dia, que só toca pagodão e funk e a Roquette Pinto, que não pega em todos os pontos da cidade e possui mais notícias que música e toca praticamente música nacional puxada pro samba e chorinho.

A rádio Oi FM era a única que atendia ao público jovem com mais de vinte anos. Apresentava uma mistura de rock alternativo, world music, reggae, jazz, nova MPB [ou MPB alternativa se preferir], música internacional sem ser dance.

Além disso, os informativos transitavam pelo mundo da moda, da Internet, dicas de lugares descolados, literatura e possuía programas bacanérrimos como o Sunset ao final da tarde e o Oi Novo Som para apresentar novas bandas. A princesa inclusive participou,
veja

O que aconteceu, segundo a princesa leu aqui, é que entre outras coisas a Oi tirou o patrocínio da rádio, sic, sic, sic. Saiba mais.

Dá um aperto no peito sintonizar no 102,9 e ser obrigado a ouvir aquela baboseira de Pânico ou escutar músicas da J. Lo.

Se já ouvia pouco rádio no Rio, agora é que a princesa não vai ouvir, mesmo. A MPB FM apesar de ter modernizado um pouco a programação ainda apresenta músicas démodés ao longo do dia - não é todo dia que queremos ouvir Toquinho cantando Aquarela ou Maria Gadu shimbalaiando.

Dizem que a rádio tinha como objetivo vender celulares e blábláblá, que padecia de enredos políticos por debaixo dos panos, mas verdade seja dita: a programação era de qualidade!

No site da Oi o novo slogan: ‘agora totalmente na Web’. O que eles querem dizer é: ‘somente’....

Lamentável.


imagem: google

12.3.12

{ Linha do tempo }

Não quero uma linha para costurar meu tempo. Unir pedaços que se quiseram abandonados. Somar percalços. Organizar em linha reta a torteza dos meus passos.

É preciso um bocado de desvio para saber-se.

É preciso esquecimento, em alguns casos. Certas lembranças esquecidas não são visitas bem vindas. O que foi esquecido tem a mesma serventia de um vidro de perfume vazio ou uma tampa de caneta que se perdeu.

Para quê devo saber o que fiz em dezembro passado se ao meu lado um girassol sorri indiferente ao acaso?

Que diferença faz se comi angu ou caviar em tempos que não voltam mais?

Facebook, minha vida não tem linha, meu tempo não é cronológico e junção de cacos nunca foi meu forte.

Sempre preferi vitrais a gavetas, cadernetas. Sempre preferi candelabros a calendários.

Portanto pare de me ofertar essa maldita linha do tempo. Deixe-me ser torta, sem memória. Pare de tentar costurar minha vida: o que não ficou é o que tinha que passar.

Minha história jamais poderá ser contada em sua linha. Minha história não está postada, ela se faz na estrada.

Se um dia me ofertar reticências quem sabe aceito seu convite para brincar.


Nota

Enquanto não for obrigatório a princesa Franciny não vai aderir a linha do tempo no Facebook. Não por pirraça, mas porque além dos motivos que escreveu na croniqueta acima acha aquele troço meio confuso e poluído visualmente.


foto: google

11.3.12

{ Das feiúras }

Oui, Oui , existe algo mais feio que fazer média com os outros somente para conseguir algo em troca.

Algo mais tolo que subestimar a sensibilidade e a inteligência alheia.

Existe algo mais desprezível que puxar o saco de quem já chegou onde você gostaria de estar.

Algo mais ridículo que fazer fofoca. Que comer de boca aberta. Gente que se acha esperta só porque conseguiu enganar o outro.

Existe, infelizmente, algo mais triste que a tristeza do que se finge contente constantemente.

Algo mais chato que pessoa que cutuca enquanto fala ou enche a cara e vomita no tapete da visita. Taxista que fala sem parar. Fila de banco. Contas a pagar.

Há insensibilidade maior que desejar azar. Há algo mais prepotente que ignorar quem supostamente não tem nada a acrescentar, mais arrogante que ostentar um colar de diamante numa festa de fundo de quintal:

Não saber agradecer!

Essas pequenezas são grãos de areia perto da falta de gentileza, educação, respeito e gratidão.

‘Obrigado’ é gugu-dadá que devia vir de berço.

Princesa Franciny tem dito!


imagem: google
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